Sou contador de Histórias ?

 

Contador de história? Eu????

 

Escrito por Flávia Grégio

 

Claro que sim! Só que você não é simplesmente um contador de historia. Você um CONTADOR DE HISTÓRIAS BIBLICAS, pois a diferença de um contador de histórias para você é que você prega verdades Bíblicas, onde o Espirito Santo atua na sua vida e na vida da criança, transformando situações, convertendo corações, impactando com a Palavra (a palavra Rhema) onde você é um canal para a transmissão do que Deus quer falar aos pequeninos.

A Bíblia é a Palavra de Deus, então quando você fala a Palavra de Deus, e  “A palavra de Deus é viva, é realizadora, mais afiada do que toda a espada de dois gumes: ela penetra até onde se dividem a vida do corpo e a do espírito, as articulações e as medulas e é capaz de distinguir as intenções e os pensamentos do coração”  (Hebreus 4,12).

Deus quer que sejamos multiplicadores do Evangelho, e é através as Sua Palavra que assim nós Contadores de Histórias Bíblicas semeamos a Palavra na terra fértil, que é o coração das crianças.

Lembremos que Deus se importa que Sua Palavra seja falada como clareza e com unção (dirigida por Deus, guiado pelo Espirito Santo)

Jesus, o grande pregador, usava como método de evangelismo e crescimento espiritual as parábolas.

 

“Tudo isto disse Jesus, por parábolas à multidão, e nada lhes falava sem parábolas”

(Mateus 13:34)

 

Parábola: originária do grego parabole, significa narrativa curta, muitas vezes erroneamente definida também como fábula. Sua característica é ser protagonizada por seres humanos e possuir sempre uma razão moral que pode ser tanto implicita como explícita. Ao longo dos tempos vem sendo utilizada para ilustrar lições de ética e fé  por vias simbólicas ou indiretas.As Parábolas de Jesus são narrativas breves, dotadas de um conteúdo alegórico, utilizadas nas pregações e sermões de Jesus com a finalidade de transmitirem ensinamento. Jesus ministrava sua mensagens com facilidade em todos os níveis sociais

 

 

“Contar uma História é dar um presente de amor” (Lewis Carrol)