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Mensagem Subliminar “em músicas infantis”

  

Convivemos com inúmeras mensagens subliminares em nosso dia-a-dia e a maioria delas são imperceptíveis à nossa mente.  Esses são apenas alguns exemplos que podem nos ajudar a observar com mais cuidado e a discernir aquilo que nos contamina.  Tenhamos cuidado e fiquemos alerta ao efeito daquilo que trazemos para dentro de nossas casas, nos prejudicando e prejudicando principalmente as crianças. O principal objetivo da mensagem subliminar é sem dúvida a persuasão, ou seja, influenciar, convencer e induzir o indivíduo através da visão e da audição sem que o mesmo perceba. A mensagem subliminar é uma grande arma usada por Satanás para perder almas no mundo atual, por estar totalmente inserida na mídia através dos meios de comunicação e das artes, e as crianças são as principais vítimas de hoje. ocê já parou para observar que todas as cantigas infantis antigas estimulam o medo, a perversidade e outros sentimentos ruins? A mensagem subliminar também é encontrada em antigas cantigas de rodas que já foram cantadas até por nossos avós. Elas são transmitidas de geração em geração e inclusive ensinadas em muitas escolas.          

Vejamos alguns exemplos:

“Atirei o pau no gato… mas o gato não morreu…”. Já de cara nos deparamos com uma monstruosidade, “atirei o pau no gato”, com a intenção de matar, mas ele, “não morreu”… É uma tentativa de HOMICÍDIO frustrada. Segue com o sadismo da “dona Chica” admirando-se com o “berro” de sofrimento da pobre criatura após a tortura, onde está a sociedade protetora dos animais que não proíbe este hino a crueldade animal e aonde está a cabeça dos pais e educadores quando ensinam este tipo de absurdo para as crianças.

“Nana neném que a Cuca vai pegar… mamãe foi pra roça e papai foi trabalhar…”. Ou seja, dorme neném que a Cuca-Bruxa-Monstro da floresta vai te pegar e você está SOZINHO porque mamãe saiu (foi pra roça) e papai foi trabalhar (também não está em casa). Definitivamente, isso não é coisa que se cante para acalmar um bebê que quer dormir em paz!

“Boi, Boi, Boi… Boi da cara preta pega esta criança que tem medo de careta”. Esta é sem comentários! Imaginem a aflição de uma criança sendo ameaçada constantemente por este bendito “Boi da cara preta”, e ainda tem pai e mãe que além de cantar isso, ainda fica amedrontando a criança, referindo-se ao “Boi da cara preta” para que ela os obedeça.

“Ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar… vamos dar a meia volta, volta e meia vamos dar, o anel que tu me destes, era vidro e se quebrou… E o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou…”. A aliança que representa a união é frágil, de vidro, e se quebra com facilidade, e o amor que já é pouco, acabou! É esse o conceito sobre relacionamento e afetividade, sobre o sacramento do matrimônio que cresce desde cedo na mente das crianças de uma forma totalmente deturpada, através dessas cantigas… Quantas crianças de nossa geração já ouviram isso na infância?

 

* Mensagem recebida por e-mail, não tenho fonte.